João Filho, Brasil
O DIA DE DEUS
O dia de Deus é branco sumo de semana que nunca acaba não é memória que luz é cegante em sua claridade que desconforta todo nascido
O dia de Deus é duro de matéria só de minério pode ser porrada ou pontiagudo o seu ingastável é prejuízo não de tempo-lucro
O dia de Deus é burro Carga que quebra carroça por não suportá-lo nem persuadi-lo depois do peso o soldo — capim, sal e algum líquido
(2003) envio carlos Machado, poesia.net
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Por lobitogabriel - 29 de Julio, 2007, 12:58, Categoría: poesia
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